Feng Shui como Arte Taoista

Luo Djin Antigo

Existem quatro Virtudes que a tradição oriental nos aponta, mas que são pouco evidenciadas no nosso dia-a-dia aqui no Ocidente: o Princípio, a Abertura, a Harmonia e a Retidão.
Princípio é a capacidade de olhar o pequeno e ver o grande; é a habilidade de reconhecer os indícios e enxergar na frente; é o discernimento sobre a lógica da mutação constante que é inerente ao universo.
A Abertura, nós a alcançamos ao praticar o Princípio. É um estado de abrangência interior, de desapego ao preconcebido que nos possibilita o desimpedimento da limitação pessoal.
Quando nos permitimos Abertura, passamos a estar em Harmonia com o universo: transcender o julgamento (ego) é alcançar a obviedade (universalização) e, por isso, a vida passa a fluir sem contrariedades.
Quando se está em Harmonia com o universo, atinge-se a Retidão: obtemos a capacidade de optar pelo mais correto a cada momento e dentro de cada circunstância.
Todas as práticas Taoistas buscam a constância nestas quatro Virtudes.

O Feng Shui, como prática taoista, busca introduzi-las na nossa vida diária através da sabedoria para escolher, construir, compreender e utilizar estrategicamente o espaço da forma mais adequada a cada pessoa, em cada momento de sua vida. Não é (“apenas”) uma questão de intuição; é o fruto de estudos matemáticos e astrológicos respaldados por cinco mil anos de comprovação.

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